Visto ao espelho

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As histórias de que me lembro parecem espelhos, a folhear os anos como se fossem páginas, a continuar a viver na luz.

Somos espelhos, como todos os espelhos o reflexo nunca é fiel, tendemos a distorcer, a falsificar. 

Flexionamo-nos polissemicamente, o verbo refletir dá um sentido e uma direção mais significativa à dimensão humana: pensar, peneirar, fazer perguntas, não nos deixarmos enganar pela desordem da informação, desmontar o clichê, a superficialidade, a qualidade da comunicação, dar origem a círculos virtuosos que traçam um caminho saudável para nos relacionarmos.

p. 7

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Carlos Madeira (n. Luanda, 1951), é licenciado em Gestão pela Universidade Católica. Foi bancário e professor do ensino secundário.
Em 1981 publicou o primeiro livro de poesia, Ecos do Silêncio.

  

Edição: dezembro de 2022 | Páginas: 74Encadernação: capa mole | Formato: 12cmx22cm | ISBN978-989-9070-44-8